Futebol No Japão Aventura › Jogos Grátis Online

Futebol No Japão Aventura


Futebol No Japão AventuraDescrição Do Jogo

Jogo grátis de Futebol No Japão Aventura Jogos online

Por exemplo Radios Ele fala sozinho, o que pode ser loucura. Se não fizesse sentido, mas faz. O que sugere o oposto. De quê? Acho que descobri. Quem fala sozinho e diz coisas sensatas não é mais louco Radios do que quem não fala sozinho e diz bobagens. Ou tão louco quanto. Ou tão louco quanto. E ele faz ambos. Certo. Loucura sensata! Por quê? Por quê? Exatamente. Exatamente o quê? Exatamente por quê? Exatamente por que o quê? O quê? Por quê? Por que o quê, exatamente? Por que ele é louco? Eu não sei! O bom homem acha que está apaixonado pela sua filha. Céus! Estamos perdidos. Não! Ele não tem uma filha. O bom homem acha que está apaixonado pela filha dele. O bom homem está? Hamlet Radios apaixonado Radios pela filha do bom homem Radios o bom homem acha. Ah! Começa a fazer sentido. Paixão não correspondida. Aonde vai? Posso ir e vir como quiser. Conhece o caminho? Já estive aqui antes. Ainda estamos nos acostumando. Concentrem-se em não perder a cabeça. Fala por experiência? Precedentes. Já esteve aqui antes. E sei de onde sopra o vento. Espere! Volte. Esse lugar é um hospício! Atrás de você! Bravo! Pare! Conhece essa peça? Não. Um matadouro. Oito cadáveres ao todo. Seis. Oito. E eles? Estão mortos. Atores! O que sabem da morte? O mecanismo do melodrama barato! Melodrama barato! Não representam a morte. Não representam. Fique quieto! Fique quieto. Não representam a morte! Errado. É o que fazemos melhor. Devemos explorar os talentos que temos Radios e nosso talento é morrer. Podemos morrer heroicamente, comicamente, ironicamente Radios tristemente, de repente, aos poucos Radios horrivelmente, charmosamente Radios ou de grande altura. A platéia sabe o que esperar Radios e só está preparada para acreditar nisso. Próximo! Não pode, de forma natural Radios saber dele o motivo da sua confusão? Ele confessa que se sente perturbado. Mas por que razão ele não revela? Ser ou não ser Radios eis a questão. Ele os recebeu bem? Como um cavalheiro. Mas forçando muito seu estado de espírito. Relutante a perguntas Radios mas generoso em suas respostas. Convenceram-no para algum divertimento? Nós conhecemos alguns atores vindo para cá Radios dos quais lhe falamos. E parece que ele se alegrou com isso. Estão aqui, na corte, e atuarão hoje para ele. É verdade. E ele me pediu para fazer vossas majestades Radios verem o espetáculo. Cavalheiros, tentem mais uma vez Radios e levem seu propósito para esses deleites. Assim faremos, meu lorde. Cara Gertrudes, deixe-nos também. Pois mandamos chamar Hamlet Radios para que ele, como que por acaso Radios possa encontrar Ofélia. Você já se imaginou morto Radios deitado em um caixão com tampa? Não. Nem eu, de fato. É tolice se perturbar com isso. Digo, pensa nisso como se estivesse vivo no caixão. E esquece de considerar o fato de que está morto. O que deve fazer toda a diferença. Não é? Digo, você não sabe que está em um caixão. Seria como se estivesse adormecido nele. Não que eu gostasse de dormir em um caixão. Não sem ar. Você acordaria morto e aí onde estaria? Em um caixão. Não gosto dessa parte. Por isso não penso nisso. Você não poderia fazer nada. Preso num caixão daquele jeito. Ficaria lá para sempre. Mesmo estando morto, não é um pensamento agradável. Ainda mais quando está morto. Pense nisso. Se eu dissesse a você Radios que vou pôr você nesse caixão Radios preferiria estar morto ou vivo? Naturalmente preferiria estar vivo. Vivo num caixão é melhor do que vida nenhuma. Eu acho. Ao menos teria uma chance. Você ficaria lá, pensando: ‘Bem Radios ao menos não estou morto. Alguém vai vir, bater na tampa Radios e me mandar sair.’ ‘Ei, você! Qual seu nome? Saia daí! ‘ Acho que vou te matar. Ninfa Radios que todos meus pecados sejam lembrados na sua prece. No seu lugar, não pensaria nisso. Só ficaria deprimido. Meu lorde Radios tenho objetos de lembranças suas Radios que há muito deveria ter devolvido. Rogo-lhe que os receba agora. Não, não eu. Eu nunca lhe dei nada. Meu honrado lorde, sabe muito bem que sim. E, com eles, palavras de tão doce alento Radios tornam as coisas mais ricas.


Comentários